Alcoolismo, Drogas, Dependência & Neurofeedback

23 Jan 2015

Pesquisa (Peniston & Kulkosky, 1990) mostra que após 4 anos de acompanhamento de dois grupos de alcoólatras crônicos, 80% do Grupo de Neurofeedback permaneceu sóbrio, em comparação com apenas 20% do Grupo Tradicional.

 

 

O tratamento por Neurofeedback tem sido usado para recondicionar os padrões de ondas cerebrais de alcoólatras e dependentes químicos, inibindo o excesso de atividade de ondas cerebrais beta e aumentando as ondas alfa e teta, e resultando na produção de neuroquímica adequada ao funcionamento saudável do corpo e da mente.

 

 

Conforme pesquisas, o treinamento das ondas cerebrais por Neurofeedback tem mostrado excelentes resultados como opção de tratamento, em especial quando combinado com os métodos tradicionais, para abuso de álcool, drogas e dependencia química (Burkett, Cummins, Dickson, e Skolnick, 2005).

 

 

Veja os detalhes da pesquisa:

 

  • Após 4 anos de acompanhamento de dois grupos de alcoólatras crônicos (Peniston & Kulkosky, 1990), 80% do Grupo de Neurofeedback permaneceu sóbrio, em comparação com apenas 20% do Grupo Tradicional.

  • O Grupo Tradicional foi o grupo de controle submetido ao tratamento tradicional, e o Grupo de Neurofeedback foi o grupo experimental, tratado da forma tradicional combinada com o tratamento por Neurofeedback.

  • Análises de eletroencefalogramas quantitativos (qEEG) de alcoólatras (e de seus filhos) mostram que, mesmo após períodos prolongados de abstinência, seu cérebros produzem poucas ondas alfa e teta na região anterior cortical e excesso de ondas beta rápidas na região frontal, diferente da maioria das pessoas, e isso torna difícil para elas relaxar.

  • O uso de álcool aumenta as ondas alfa e teta, levando à sensação de calma, e isso reforça o uso e a dependência da substância.

  • Pesquisas (Bauer, 1993, 2001; Prichep et ai, 1996a, b., 2002; Winterer et al., 1998) também indicam que a quantidade excessiva de ondas cerebrais beta podem prever quem tem mais chance de recaída entre os alcoólatras e dependentes químicos em recuperação, com mais precisão do que sua história de abuso da substância, gravidade do abuso, personalidade, história do paciente, ou variáveis demográficas.

  • Quanto aos níveis do beta-endorfina, que indicador de estresse e estimulante de ingestão calórica (como o álcool), o Grupo Tradicional mostrou um aumento significativo, enquanto o Grupo de Neurofeedback manteve seu nível constante.

  • O Grupo de Neurofeedback apresentou melhora no ajustamento psicológico em 13 escalas do teste psicológico “Millon Inventory Multiaxial Clinical” comparado ao Grupo Tradicional, que melhorou em 2 escalas e piorou em 1 escala.

  • No teste de personalidade “16-PF”, o Grupo de Neurofeedback demonstrou melhora em 7 escalas, em comparação com apenas a melhora em 1 escala do Grupo Tradicional.

  • O tratamento por Neurofeedback tem sido usado para recondicionar os padrões de ondas cerebrais de alcoólatras e dependentes químicos, inibindo o excesso de atividade de ondas cerebrais beta e aumentando as ondas alfa e teta, e resultando na produção de neuroquímica adequada ao funcionamento saudável do corpo e da mente.

  • Conforme resultado das pesquisas, o treinamento das ondas cerebrais por Neurofeedback tem mostrado excelentes resultados como opção de tratamento combinado com o método tradicional, tanto para abuso de álcool como para outras drogas (Burkett, Cummins, Dickson, e Skolnick, 2005).

 

 

 

 

 

 

 

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